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WELLHUB MOVIMENTA R$ 13,2 BILHÕES POR ANO NA ECONOMIA BRASILEIRA E REFORÇA BEM-ESTAR COMO MOTOR DE CRESCIMENTO, APONTA SÉRIE DE ESTUDOS DA EY-PARTHENON

  • há 51 minutos
  • 8 min de leitura

Plataforma global de bem-estar corporativo gera impacto positivo para a economia brasileira, estimula a criação de 202 mil empregos e fortalece academias, usuários e empresas em todo o país.



Estudos conduzidos pela EY-Parthenon, braço de consultoria, estratégia e transações da EY, revelam que o Wellhub exerce um impacto relevante e mensurável na economia brasileira, na vida das pessoas e na sustentabilidade financeira das academias. As análises foram organizadas em dois trabalhos complementares: “Impactos do Wellhub nas Pessoas e na Economia Brasileira”, focado nos efeitos macroeconômicos e sociais da plataforma, e “Impactos Financeiros do Wellhub nas Academias”, dedicado à avaliação dos resultados financeiros gerados para os parceiros do setor de fitness.


De acordo com o estudo “Impactos do Wellhub nas Pessoas e na Economia Brasileira”, o Wellhub movimentou em 2025 R$ 13,2 bilhões no PIB do Brasil, valor que representa o impacto econômico total agregado da plataforma considerando os efeitos combinados sobre os usuários e a cadeia de parceiros, analisados separadamente pela EY-Parthenon. Os resultados mostram que a atuação da plataforma vai além do acesso ao bem-estar: ela gera um impacto positivo em cadeia na economia, ampliando a renda das famílias em R$ 6,1 bilhões, a arrecadação tributária em R$ 4,2 bilhões e o número de empregos gerados em toda a economia em 202 mil.


Os cálculos também apontam que a cada R$ 1 de impacto inicial associado ao Wellhub, são gerados R$ 5,55 em atividade econômica total, um coeficiente 86% acima da média setorial do Brasil.


“O Wellhub atua como uma ponte e uma infraestrutura do ecossistema, viabilizando crescimento para academias e empresas sem disputar o usuário final, mas conectando pessoas, empresas e parceiros de forma sustentável”, afirma Guilherme Gabriele, vice-presidente de Parcerias do Wellhub no Brasil. “O impacto é positivo não apenas para as academias e usuários, mas também para a produtividade das empresas e para a economia do país como um todo”.


Impacto na vida das pessoas: saúde, produtividade e consumo


Dentro do impacto econômico total estimado pela EY-Parthenon, o estudo “Impactos do Wellhub nas Pessoas e na Economia Brasileira” também isola o impacto específico gerado pelo canal de usuários do Wellhub. Considerando os benefícios estimulados pela prática regular de atividade física e do bem-estar, a plataforma movimenta R$ 7,2 bilhões de PIB, R$ 3,4 bilhões de renda, R$ 2,3 bilhões de tributos e 92 mil empregos apenas por esse canal. No nível individual, os ganhos estimados chegam a R$ 1.088 por pessoa ao ano, resultantes da melhora da saúde física e mental, do aumento da produtividade e do estímulo ao consumo de produtos e serviços de bem-estar.


Esse impacto é ainda mais relevante considerando que uma parcela significativa das pessoas que passam a utilizar o Wellhub não estava matriculada em nenhuma academia ou estúdio antes de se tornar membro, o que evidencia o papel da plataforma tanto na ampliação do acesso à prática de atividade física quanto na geração de crescimento incremental para o ecossistema. Na prática, pessoas que incorporam a atividade física à rotina tendem a ampliar o consumo de alimentos mais saudáveis, suplementos, vestuário esportivo e outros produtos e serviços ligados ao bem-estar, movimentando cadeias produtivas adjacentes e contribuindo para a geração de renda e empregos em diferentes setores da economia.


“O Brasil tem espaço enorme para ampliar a prática esportiva e o acesso ao bem-estar integral. O Wellhub contribui para reduzir barreiras de acesso e acelerar um ciclo virtuoso de saúde e desenvolvimento econômico e social”, destaca Giancarlo Kanaan, sócio da EY-Parthenon.


Impacto nas empresas: benefício que melhora resultados e atrai talentos


Com uma base de quase 40 mil empresas clientes globais, o Wellhub atua hoje em escala relevante no mercado corporativo brasileiro. Muitos desses clientes apresentam taxas de engajamento superiores a 50% entre seus colaboradores, com casos que chegam a 60% ou até 70% de utilização da plataforma, indicando adesão consistente aos programas de bem-estar oferecidos.


Esse nível de engajamento se traduz em resultados concretos para as organizações. Colaboradores mais saudáveis e ativos tendem a apresentar menor probabilidade de afastamentos, maior rendimento e melhor qualidade de vida, efeitos que se refletem diretamente na performance organizacional. Ao reunir, em um único sistema, uma rede diversa de serviços de bem-estar, o Wellhub amplia a utilização dos benefícios corporativos e fortalece a proposta de valor ao colaborador, apoiando a atração, o engajamento e a retenção de talentos.


Os dados do estudo da EY-Parthenon indicam ainda que usuários ativos são, em média, 15% mais produtivos e faltam menos ao trabalho, o que equivale a R$ 560 por pessoa ao ano em produtividade adicional, além de redução de gastos com saúde (R$ 120 por pessoa) e de custos previdenciários (R$ 248 por pessoa).


Impacto socioeconômico nas academias: efeitos que se espalham pela economia


Além dos efeitos macroeconômicos e individuais, o estudo também mensura, de forma segregada, o impacto econômico gerado pela cadeia de academias parceiras, que compõe o impacto agregado total, mas é apresentado separadamente para evidenciar os efeitos do modelo sobre o setor fitness.


De acordo com essa análise, os repasses do Wellhub às academias movimentam R$ 6 bilhões em PIB, R$ 2,8 bilhões em renda das famílias, R$ 1,9 bilhão em arrecadação tributária e 109 mil empregos em toda a economia. Esses efeitos vão além das operações diretas das academias e se propagam ao longo da cadeia produtiva, à medida que os recursos recebidos financiam salários, fornecedores, serviços e novos investimentos. Além de fortalecer a cadeia produtiva, esse fluxo contribui para dinamizar o mercado fitness, ampliando a capacidade de investimento e a competitividade das academias em diferentes regiões do país.


“Na prática, o ciclo funciona de forma encadeada: o aluno acessa a academia, o Wellhub remunera o parceiro e esses recursos contribuem diretamente para o financiamento da operação. Em muitos casos, isso permite que academias ampliem serviços, invistam em estrutura e inovação e se tornem mais competitivas em um setor fitness cada vez mais diversificado. A partir daí, esse movimento gera nova atividade econômica, com efeitos indiretos e induzidos que se espalham por toda a cadeia produtiva”, explica Kanaan.


A soma do PIB movimentado no país pelos repasses do Wellhub às academias supera o PIB de 96% das cidades brasileiras. A renda familiar gerada seria suficiente para custear o atendimento médico de aproximadamente 1,1 milhão de pessoas, enquanto a arrecadação de tributos decorrente desses repasses é superior à de 16 das 27 capitais brasileiras em 2024.


Impacto financeiro nas academias e estúdios parceiros: sustentabilidade, rentabilidade, margem e previsibilidade


Já o estudo “Impactos Financeiros do Wellhub nas Academias” avalia um recorte distinto: os efeitos diretos da plataforma sobre a rentabilidade e a sustentabilidade financeira dos parceiros, a partir da análise de indicadores operacionais das academias. A pesquisa mostra que o Wellhub fortalece o financiamento das operações de academias e estúdios, gerando ganhos consistentes de margem, previsibilidade e escala. Ao remunerar os acessos e ampliar a base de alunos com usuários vindo de clientes corporativos, em um modelo exclusivamente B2B, desenhado para gerar demanda incremental, a plataforma aprimora a utilização da capacidade instalada e preserva os canais próprios das academias, com baixa canibalização de alunos matriculados diretamente no balcão.


Na amostra analisada pela EY-Parthenon, as academias avaliadas registraram um crescimento superior a 30% no EBITDA total após aderirem ao Wellhub. O indicador mede o resultado operacional do negócio antes de juros, impostos, depreciação e amortização e é amplamente utilizado pelo setor para avaliar a eficiência operacional e a geração de caixa recorrente. Esse ganho de eficiência operacional fortalece a capacidade das academias de competir, investir e se adaptar às novas demandas dos consumidores por experiências de bem-estar mais completas.


Dados internos do Wellhub mostram que a plataforma contribui para uma melhor utilização da capacidade instalada das academias: 80% dos alunos que chegam via Wellhub são novos para o parceiro e 15% são alunos reativados, o que amplia a base total, reduz custos fixos e amplia as margens. Esse perfil reforça que o crescimento observado decorre majoritariamente da adição de novos usuários, e não da substituição de planos vendidos diretamente no balcão, o que contribui para a melhor utilização da capacidade instalada.


“Esse resultado considera um cenário de certa forma conservador, baseado exclusivamente em alunos totalmente novos à academia, que representam cerca de 80% dos usuários que chegam via Wellhub”, diz o sócio da EY-Parthenon. “Quando incluídos também os 15% de alunos reativados, que deixaram de ter vínculo com a academia há mais de três meses e retornaram por meio da plataforma, o impacto observado supera 80% de crescimento no EBITDA. Além disso, os alunos provenientes do Wellhub tendem a apresentar uma margem de EBITDA superior por serem, em grande parte, incrementais e contribuírem para a diluição de custos fixos (como aluguel e equipe) já existentes na operação, reforçando o efeito positivo do modelo tanto em crescimento quanto em rentabilidade para o setor”, complementa.


O estudo também evidencia uma correlação positiva entre o nível de exposição ao Wellhub e o crescimento do EBITDA: academias com maior participação de usuários da plataforma tendem a apresentar ganhos mais expressivos. Na amostra analisada, quase 75% dos parceiros com alta exposição ao Wellhub (com mais de 50% da base de alunos proveniente da plataforma) registraram crescimento de EBITDA acima da média, superior a 30%. O estudo mostra que esse resultado não está associado à substituição do canal próprio, mas sim à capacidade do modelo de direcionar demanda incremental para uma infraestrutura já existente.


Esse padrão se mantém consistente entre parceiros de diferentes portes, segmentos e regiões porque está associado a fatores estruturais comuns ao setor fitness, como custos fixos elevados, capacidade instalada ociosa em determinados horários e a natureza incremental da demanda corporativa. Ao direcionar novos fluxos de alunos para uma infraestrutura já existente, o Wellhub contribui para a diluição de custos fixos, independentemente do tamanho da operação ou do perfil do parceiro, o que explica a recorrência dos ganhos observados em contextos diversos.


Como o Wellhub traz novos alunos corporativos que não eram membros do parceiro anteriormente, o efeito de incrementalidade da plataforma é relevante. Esse efeito multiplicador reflete um modelo em que o crescimento da plataforma está diretamente conectado ao crescimento da rede de parceiros, sem deslocar a demanda que já existe no balcão, mas ampliando o acesso e a utilização da capacidade instalada.


Metodologia dos estudos


A EY-Parthenon conduziu dois estudos independentes e complementares para mensurar os impactos do Wellhub no Brasil, cada um com objetivos e metodologias específicas.


Metodologia do estudo “Impactos do Wellhub nas Pessoas e na Economia Brasileira”


Este estudo tem como objetivo mensurar os impactos econômicos e sociais do Wellhub em toda a economia, indo além das operações diretas da empresa e de seus parceiros. A análise considera dois grandes canais de impacto:


(i) usuários, capturando os efeitos associados à prática regular de atividade física e bem-estar, como melhora da saúde física e mental, aumento de produtividade, redução de gastos com saúde e estímulo ao consumo; e


(ii) cadeia de parceiros, refletindo os efeitos econômicos decorrentes dos repasses do Wellhub a academias, estúdios e apps.


Esses impactos foram monetizados com base em evidências científicas, dados públicos e fluxos financeiros da operação do Wellhub. Para capturar como esses efeitos se propagam pela economia, a EY-Parthenon aplicou um modelo econômico de Insumo-Produto, fundamentado na Teoria do Fluxo Circular da Renda. A abordagem estima impactos diretos, indiretos e induzidos, que são consolidados em quatro indicadores: PIB, renda das famílias, arrecadação tributária e empregos. Os resultados representam o impacto agregado em toda a economia brasileira, e não apenas no Wellhub ou em seus parceiros diretos.


Metodologia do estudo “Impactos Financeiros do Wellhub nas Academias”


Já o estudo “Impactos Financeiros do Wellhub nas Academias” avalia os efeitos diretos da plataforma sobre o desempenho financeiro e operacional das academias parceiras.


A análise foi baseada em dados operacionais e financeiros consolidados de redes e unidades individuais de academias, considerando indicadores como número de alunos, ticket médio, receita líquida, custos fixos e variáveis, EBITDA e margem de EBITDA. Os resultados foram segregados entre alunos de planos tradicionais (balcão) e alunos provenientes do Wellhub, incluindo ajustes relacionados à migração de planos.


A partir dessas informações, a EY-Parthenon estruturou um Demonstrativo de Resultados (DRE) setorial, consolidando receitas, custos e despesas da amostra analisada, com o objetivo de avaliar o impacto do Wellhub na rentabilidade, na utilização da capacidade instalada e na sustentabilidade financeira das academias.




Por,

Gisele Barros

Editora Chefe do Portal ALL SENSEZ

Especialista no Mercado de Fragrâncias

Consultora de Comunicação Especializada em Perfumaria







 



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